sexta-feira, 20 de Novembro de 2009

Odinismo e Cristianismo no Terceiro Reich‏

O Partido defende o ponto de vista de um cristianismo positivo”(Ponto 24 do programa do NSDAP).

Há mais de cinquenta anos a esta parte, muitos quiseram ver no nacional-socialismo uma manifestação do paganismo dos antigos Germanos. Ora, é um facto que os adeptos do paganismo, partidários de uma fé orgânica, tolerante e aberta, foram perseguidos no regime hitleriano, que, em contrapartida, se apoiava em poderosas forças cristãs. É esta atitude complexa do regime nazi face, por um lado, ao paganismo e, por outro, às Igrejas cristãs que esta obra pretende explorar. Com este documento abordamos e esclarecemos um ponto importante da História, talvez não numa abordagem definitiva, iniciando um debate enriquecedor.

Antigo combatente da Legião Estrangeira francesa, posteriormente funcionário da alta administração britânica, John Yeowell, foi uma das figuras mestras da renovação contemporânea da Tradição nórdica. Em 1973, fundou a Odinist for the Restoration of the Odinic Rite que se tornará, em 1982, na Odinic Rite propriamente dita, um dos principais grupos do ressurgimento espiritual nórdico no mundo.

Além da obra integral de Yeowell, este volume contém ainda contributos de Alain de Benoist, Henri Lichtenberger e Detlev Baumann.

Preço: 8€ (portes incluídos)
Formato: 20/13
Páginas: 74
ISBN: 978-989-8336-02-6
Antagonista Editora

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

PNR - 1º Dezembro 2009

O PNR convoca os seus militantes e apoiantes para estarem presentes no acto público a realizar às 16 horas do Dia 1 de Dezembro em frente ao Monumento aos Restauradores em Lisboa.

quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Os intocáveis - artigo de Mário Crespo no JN

O processo Face Oculta deu-me, finalmente, resposta à pergunta que fiz ao ministro da Presidência Pedro Silva Pereira - se no sector do Estado que lhe estava confiado havia ambiente para trocas de favores por dinheiro. Pedro Silva Pereira respondeu-me na altura que a minha pergunta era insultuosa.Agora, o despacho judicial que descreve a rede de corrupção que abrange o mundo da sucata, executivos da alta finança e agentes do Estado, responde-me ao que Silva Pereira fugiu: Que sim. Havia esse ambiente. E diz mais. Diz que continua a haver. A brilhante investigação do Ministério Público e da Polícia Judiciária de Aveiro revela um universo de roubalheira demasiado gritante para ser encoberto por segredos de justiça.O país tem de saber de tudo porque por cada sucateiro que dá um Mercedes topo de gama a um agente do Estado há 50 famílias desempregadas. É dinheiro público que paga concursos viciados, subornos e sinecuras. Com a lentidão da Justiça e a panóplia de artifícios dilatórios à disposição dos advogados, os silêncios dão aos criminosos tempo. Tempo para que os delitos caiam no esquecimento e a prática de crimes na habituação. Foi para isso que o primeiro-ministro contribuiu quando, questionado sobre a Face Oculta, respondeu: "O Senhor jornalista devia saber que eu não comento processos judiciais em curso (…)". O "Senhor jornalista" provavelmente já sabia, mas se calhar julgava que Sócrates tinha mudado neste mandato. Armando Vara é seu camarada de partido, seu amigo, foi seu colega de governo e seu companheiro de carteira nessa escola de saber que era a Universidade Independente. Licenciaram-se os dois nas ciências lá disponíveis quase na mesma altura. Mas sobretudo, Vara geria (de facto ainda gere) milhões em dinheiros públicos. Por esses, Sócrates tem de responder. Tal como tem de responder pelos valores do património nacional que lhe foram e ainda estão confiados e que à força de milhões de libras esterlinas podem ter sido lesados no Freeport.Face ao que (felizmente) já se sabe sobre as redes de corrupção em Portugal, um chefe de Governo não se pode refugiar no "no comment" a que a Justiça supostamente o obriga, porque a Justiça não o obriga a nada disso. Pelo contrário. Exige-lhe que fale. Que diga que estas práticas não podem ser toleradas e que dê conta do que está a fazer para lhes pôr um fim. Declarações idênticas de não-comentário têm sido produzidas pelo presidente Cavaco Silva sobre o Freeport, sobre Lopes da Mota, sobre o BPN, sobre a SLN, sobre Dias Loureiro, sobre Oliveira Costa e tudo o mais que tem lançado dúvidas sobre a lisura da nossa vida pública. Estes silêncios que variam entre o ameaçador, o irónico e o cínico, estão a dar ao país uma mensagem clara: os agentes do Estado protegem-se uns aos outros com silêncios cúmplices sempre que um deles é apanhado com as calças na mão (ou sem elas) violando crianças da Casa Pia, roubando carris para vender na sucata, viabilizando centros comerciais em cima de reservas naturais, comprando habilitações para preencher os vazios humanísticos que a aculturação deixou em aberto ou aceitando acções não cotadas de uma qualquer obscuridade empresarial que rendem 147,5% ao ano.Lida cá fora a mensagem traduz-se na simplicidade brutal do mais interiorizado conceito em Portugal: nos grandes ninguém toca.

quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

A verdadeira Maitê Proença

sexta-feira, 9 de Outubro de 2009

VOTA PNR

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Amália Rodrigues

"Desde que existe a morte, imediatamente a vida é absurda. Sempre pensei assim."
Amália Rodrigues
23 de Julho de 1920 - 6 de Outubro de 1999






segunda-feira, 5 de Outubro de 2009

5 de Outubro de 1143 - Tratado de Zamora

Em 5 de Outubro de 1143, em Zamora e na presença de Guido de Vico, celebrou-se a paz entre D. Afonso Henriques e D. Afonso VII de Leão. Ao primeiro é reconhecido o título de rei, pelo que presta vassalagem ao papa em troca de um tributo anual.

sábado, 3 de Outubro de 2009

José Hermano Saraiva - “Portugal é um país que é dificilmente viável”

José Hermano Saraiva, Historiador faz hoje 90 anos

Correio da Manhã – Prestes a celebrar 90 anos e depois de divulgar a História de Portugal na televisão ao longo de décadas, quais são os próximos planos?

José Hermano Saraiva – Planeio continuar a fazer televisão. Isso é importante. Os meus programas têm a característica de pôr as pessoas a pensar, o que é algo que faz falta em Portugal. Um dos problemas é que se grita muito e se pensa muito pouco.

– Esse problema está a acentuar-se nos últimos anos?

– Não. Julgo que nas crises históricas que atravessámos houve sempre falta de pensadores de um lado e do outro, como sucedeu no tempo dos liberais e dos absolutistas. E a propaganda republicana não programou ou realizou nada. De um modo geral há uma falta de pensamento dramático. Como se vê neste momento com qualquer um dos líderes políticos.

– Absteve-se no domingo?

– Votar é um dever cívico num país civilizado. Não o fazer é desleixo e atraso. Embora quem vota o faz como quiser. Pode optar pelo voto nulo e descarregar o nome dos cadernos eleitorais.

– Presume-se que os projectos apresentados pelos partidos não o convenceram...

– Havia uma certa carência mental. Mas vamos esperar. Votou-se na continuidade, que tem as suas virtudes.

– A perda da maioria absoluta é um bom ou mau sinal?

– As condições objectivas impedem grandes progressos. As receitas nunca mais pararam de diminuir com o fim do Ultramar e das alfândegas enquanto as despesas continuam a aumentar. Ninguém pode esperar milagres e a culpa não é de nenhum governante em particular.

– Isso faz de Portugal um país inviável?

– Um país que é dificilmente viável.

– Tem medo do que o futuro vai reservar aos portugueses?

– Não faço ideia nenhuma. Em 1910 ou em 1920 também ninguém fazia ideia do que iria acontecer. (C.M)

Eu acrescentaria que Portugal,enquanto estiver servida da actual classe política corrupta e tachista,Portugal continuará sempre a ser um país inviável !

quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

PNR - "O PNR e as Legislativas 2009"

«O PNR, nas Eleições Legislativas de 27 de Setembro obteve 11.614 votos (não estando ainda contados os votos da emigração), o que não sendo um resultado negativo, dadas as circunstâncias, está, na verdade, ainda longe do nível que desejamos . Porém, se a luta do PNR e da Oposição Nacional não se esgota nas eleições, não deixa de ser importante tirar lições dos resultados com a maior objectividade. Analisemos então os factos:

O único sítio onde Sucesso aparece antes de Trabalho é no Dicionário. Na vida real e na política é necessário um trabalho aturado e persistente para se lograr alcançar vitórias. É esse trabalho que vai preparar os nossas futuros sucessos. Se estamos quase como no início, é porque ainda estamos no início.

As comparações possíveis resultam da confrontação directa com os resultados das Legislativas de 2005, verificando-se que continuamos a subir sustentadamente.

Estes dados, não obstante as várias abordagens possíveis de análise, indicam que:

> temos uma votação consolidada, superior a 10.000 pessoas, que um pouco por todo o país não abdicam de votar no PNR sem esperarem vitórias ou derrotas. Votam porque acreditam e querem que cresça a "Chama". Trata-se de um voto consciente, firme e determinado, inabalável e fiel, que é um sinal bem contrário ao de outros pequenos partidos que, com muito mais meios financeiros sofreram erosões absolutamente avassaladoras;

> o processo burocrático e legal, pesado e arcaico, prejudica os pequenos partidos e pode inclusivamente favorecer a má vontade como a que se verificou com a rejeição da nossa lista de Setúbal que representa para o PNR um dano ímpar, já que se trata do nosso segundo círculo mais forte. Outros 4 partidos com escassas estruturas viram-se também arredados da participação em outros círculos eleitorais. Contudo, importa esclarecer que a nossa lista por Setúbal não continha qualquer irregularidade pois a única "irregularidade" apontada pelo Tribunal da Comarca, indicava a falta de um documento que na verdade se encontra comprovadamente no Processo. Pese embora o facto de termos toda a razão, isso não invalidou que a teia burocrático-legal, de malha apertada e tortuosa, tivesse vencido aquela que era a matéria de facto: a lista do PNR estava perfeita! A eliminação da lista, ditada pela insensibilidade do sistema lesou gravemente o PNR, defraudou os esforços por nós empreendidos e feriu de morte as nossas expectativas;

> a teimosia cega do chamado «voto útil», explicitamente assumido e confessado por parte de inúmeras pessoas, desvia votos que são nossos por natureza, para formações políticas que os não merecem. Face a esta mentalidade reinante, irresponsável e sem pinga de respeito pela luta de uns quantos, torna-se muito difícil e moroso quebrar o círculo vicioso;

> a falta de visibilidade, por manifesta escassez de meios humanos e materiais, impede que o conhecimento do partido e da sua mensagem chegue á maioria dos portugueses. A verdade é esta e percebemo-la nas ruas: os portugueses não nos conhecem! Se não conhecem não podem votar...

Face a isto, o PNR ainda não registou a subida tão desejada e que corresponde aos anseios de tantos portugueses. Uma certeza porém nos orienta: nunca desistiremos do combate!
Continuemos a semear que os frutos hão-de vir. Continuemos a lutar até à vitória!

Viva o PNR!Viva Portugal!» - Fonte www.PNR.pt

quarta-feira, 23 de Setembro de 2009

Noite Eleitoral ( Legislativas 2009 )

O presidente do PNR, José Pinto-Coelho, bem como outros membros das listas do partido às eleições Legislativas, estarão no próximo Domingo(27 de Setembro), a partir das 19h00, no hotel Diplomático,situado na Rua Castilho 74 ,em Lisboa, para conviverem e acompanhar os resultados das eleições Legislativas. Todos os militantes e simpatizantes do PNR, estão convidados a comparecer. (Terra Portuguesa)